O pedido de reconsideração da "censura ética" feito pela ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra foi recusado pela Comissão de Ética da Presidência da República. A censura foi aplicada em 17 de setembro e o pedido foi negado de forma unânime.
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Erenice Guerra, braço direito de Dilma na Casa Civil |
Por não ter apresentado à Comissão declarações de bens e situações que esclareceriam conflitos de interesses por parte do ocupante do cargo e parentes logo após sua posse, foi aplicada a Erenice a censura ética. Ela vale por três anos e não é fator impeditivo para a ocupação de um outro cargo público, mas pode ser um ponto negativo no seu currículo.
Até dez dias após a posse de cargos que estejam submetidos ao Código de Conduta da Alta Administração Pública, as autoridades devem apresentar as tais declarações.
A ex-ministra não se manifestou nas três vezes em que foi notificada sobre entrega.