
“A nós cabe a tarefa de sermos os garantidores do reordenamento trabalhista que começa hoje”, disse o dirigente da Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC), Salvador Valdés, na província de Holguín, no centro da ilha.
Um conjunto de normas emitido pelo governo cubano no final do ano passado estipulou que os trabalhadores considerados “prescindíveis” receberão outras ofertas de trabalho do Estado cubano e se essas não forem feitas eles receberão um seguro-desemprego proporcional aos anos que trabalharam.
Valdés afirmou que, mesmo com o ajuste, “ninguém ficará desamparado”. Ao mesmo tempo, o governo cubano dispôs a ampliação das entregas de licenças de “trabalho independente” nos serviços, produção e comércio, com as quais o governo pretende reforçar as cooperativas. Atualmente, 80% da força de trabalho cubana está no setor público. (Associated Press)