A tragédia que já deixou mais de 600 mortos na Região Serrana do Rio pode ter como uma das justificativas a falta de investimento na área, que abriga milhares de casas em áreas de risco, e acabam por desabar com as chuvas.
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Museu do Amanhã |
Parte da verba do fundo ambiental teria sido aplicada na Fundação Roberto Marinho, parceira no projeto, segundo o "Jornal do Brasil".
De acordo com a publicação, o governador Sérgio Cabral teria repassado R$ 24 milhões do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) para a Fundação Roberto Marinho. É deste Fundo que sai a verba para obras de drenagem e contenção das encostas.
O membro do Painel Intergovenamental de Mudanças Climáticas (IPCC), Emílio La Rovere, considera que foi uma "atitude irresponsável". Por outro lado, o governo do estado alegou que a verba destinada às obras do Museu do Amanhã foram "corretas". Além do valor de R$ 24 milhões do governo, o museu ainda recebeu R$ 106 milhões da prefeitura, ainda de acordo com o jornal.
O contato com a Fundação Roberto Marinho para esclarecer os investimentos foi sem sucesso.
De acordo com a publicação, o governador Sérgio Cabral teria repassado R$ 24 milhões do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) para a Fundação Roberto Marinho. É deste Fundo que sai a verba para obras de drenagem e contenção das encostas.
O membro do Painel Intergovenamental de Mudanças Climáticas (IPCC), Emílio La Rovere, considera que foi uma "atitude irresponsável". Por outro lado, o governo do estado alegou que a verba destinada às obras do Museu do Amanhã foram "corretas". Além do valor de R$ 24 milhões do governo, o museu ainda recebeu R$ 106 milhões da prefeitura, ainda de acordo com o jornal.
O contato com a Fundação Roberto Marinho para esclarecer os investimentos foi sem sucesso.