O governo do Irã anunciou nesta quarta-feira a execução de uma mulher condenada ao enforcamento pelo assassinato da esposa do amante.
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Shahla Jahed, executada no Irã |
Shahla Jahed estava detida há oito anos e foi executada durante a manhã em uma penitenciária da capital, Teerã, de acordo com informações divulgadas pela agência estatal "Irna".
Em 2002, Jahed foi acusada de ter matado a mulher de um ex-jogador de futebol a facadas. O caso mobilizou a opinião pública iraniana. Ela foi condenada em dois julgamentos e teve suas apelações negadas.
A jovem sempre disse que foi forçada a confessar o crime. Entidades defensoras dos direitos humanos, como a Anistia Internacional, tentaram se mobilizar para evitar o cumprimento da sentença, mas sem sucesso.
Caso Sakineh
Outro caso de condenação à morte no Irã que ainda gera polêmica na opinião pública internacional é o de Sakineh Mohammadi Ashtiani, sentenciada ao enforcamento por adultério e participação no assassinato do marido. Depois de uma intensa mobilização de vários países, o Judiciário do país islâmico decidiu suspender a aplicação. Sakinek permanece aguardando o resultado da análise do caso.
Lula e Dilma assistirão a uma dessas
atrocidades ao lado de Ahmadinejad
atrocidades ao lado de Ahmadinejad
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Provaveis espectadores do enforcamento de Sakineh Mohammadi Ashtiani |
Por tanto apoiar o governo tirano de Teerã, com certeza Lula da Silva e sua criação, Dilma Rousseff, presidenta eleita do Brasil, serão chamados para participarem da cerimônia de enforcamento de Sakineh Mohammadi Ashtiani.